Imparcialidade

"A cada sonho que você deixa para trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir". Steve Jobs

sábado, 17 de setembro de 2011

Ladrão atrapalhado


Sábado, 17 de setembro de 2011.
Jonathan Michel Fabiano, um jovem de 18 anos, roubou um carro nesta sexta-feira, dia 16, no bairro Monte Castelo, em Colombo, região metropolitana de Curitiba. Ele e um comparsa tomaram em assalto uma Fiat Montana, preta. Após o assalto, já no bairro Roseira, na Zona Rural de Colombo, perderam controle do veículo e caíram numa valeta. O amigo fugiu mas Jonathan ficou desacordado com o impacto. Depois de ser acionada para atender o acidente , a polícia identificou o veículo com alerta de roubo e ao encontrar o rapaz sem sentidos, despertaram-no e em seguida fizeram o flagrante de roubo. O carro foi devolvido ao dono e Jonathan, o ladrão atrapalhado,  encaminhado à Delegacia do Alto Maracanã, onde fica à disposição da Justiça. (Banda B)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Motivo torpe: policial civil afastada mata por discussão banal, em Curitiba


Sexta-feira, 16 de setembro de 2011.
Os tiros foram disparados no centro de Curitiba, em meio à intensa movimentação de
populares. Polícia Civil deve satisfação à sociedade em relação a este assassinato, que
segundo testemunhas, foi por motivo torpe (Foto Sidney Alves/Banda B)
Um assassinato chocou os pedestres que passavam pela rua José Loureiro com a Barão do Rio Branco, no Centro de Curitiba, no final da tarde desta sexta-feira (16). Primeiras informações apuradas apontam que a investigadora da Polícia Civil desde 2000, Rita de Cássia Novak, que estaria afastada por problemas pessoais, teria discutido com um ambulante e atirou três vezes contra ele. Existem duas versões apuradas. A primeira foi com testemunhas que viram o crime e contaram que a suspeita teria comprado uma sobrinha e pedido uma nota, no entanto, o ambulante não quis fazer isso. Esta discussão banal teria sido o motivo para o assassinato.
Já outra versão foi dada por uma fonte ligada à Polícia Civil. Segundo ela, a investigadora estava na rua com sua namorada, quando o ambulante teria feito uma brincadeira com ambas. Isso teria sido o motivo para que ambulante e investigadora entrassem em luta corporal, que resultou nos disparos. Foi tentada também uma versão oficial com os Policiais Militares que atenderam a ocorrência, mas ninguém quis falar sobre o caso. A suspeita de ter cometido o crime não estava mais lá. Testemunhas contaram que ela teria sido resgatada por policiais da Delegacia de Homicídios para ser autuada em flagrante. A Delegacia até o momento não se pronunciou sobre o caso. (Banda B)



INFORMAÇÃO DA CGN: Investigadora de polícia mata vendedor durante discussão


Após a vítima iniciar uma conversa com uma amiga da investigadora, ela disparou três tiros a queima roupa contra o vendedor.

"A investigadora Rita de Cássia Novak estava bebendo em um bar na Rua Visconde do Rio Branco, no Centro de Curitiba, na tarde desta sexta-feira (16). De acordo com testemunhas, ela se irritou quando o vendedor de guarda-chuvas Valdecir Paulo Santos Ribeiro, 36 anos, começou a conversar com uma funcionária do estabelecimento. Rita, com a arma em punho, ameaçou Valdecir de morte. Os dois, aparentemente alcoolizados, discutiram. Rita agrediu o vendedor e atirou contra ele. Uma equipe do Siate foi acionada para socorrer a vítima, mas Valdecir não resistiu aos ferimentos. Rita saiu do local em direção ao carro no estacionamento da Polícia Civil, na Rua José Loureiro, e foi presa pela delegada Aline Manzatto, que estava nas proximidades. A investigadora será levada ao Centro de Triagem da Polícia Civil, e o inquérito será instaurado na Delegacia de Homicídios. Pessoas que trabalham nas lojas da região, e conheciam a vítima e a atiradora, garantem que eles já se conheciam, e tinham desavenças anteriores. Rita esteve afastada das funções para fazer tratamento psicológico." (CGN)

* Repito o que disse na primeira postagem. Diretoria-geral da Polícia Civil deverá vir à público neste sábado para dar satisfações à sociedade, sob pena de surgirem suspeitas de “proteção corporativa”, o que seria lamentável. Qualquer das duas versões apuradas pela reportagem da Rádio Banda B, de Curitiba evidencia o “motivo torpe” para o assassinato. Com o agravante de a cidadã em questão ser uma policial civil, funcionária pública estabelecida para servir e proteger a sociedade e não sair por aí, matando pessoas. Com a palavra o Delegado-Geral da Polícia Civil do Paraná, Marcus Vinicius Michelotto.

Não perca seu tempo


Sexta-feira, 16 de setembro de 2011.
"Sem dúvida, você perderá seu tempo ao tentar por juízo na cabeça de um insensato. Será um trabalho perdido, similar ao tentar colar os pedaços de um copo de vidro estilhaçado."
(Salomão)

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