Imparcialidade

"A cada sonho que você deixa para trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir". Steve Jobs

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Situação de momento na ALEP

Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015.
Milhares de manifestantes tomam de vez a
  Assembléia e impedem a saída dos deputados

.(Crédito/
Sabrina Coelho/G1PR)
Neste momento, milhares de manifestantes invadem a Assembleia e impedem a saída dos deputados. A polícia recebeu ordens e chegou a usar balas de borracha e bomba de efeito moral. Diante da pressão, o governador Beto Richa recua e retira projetos de lei do "pacotaço". Em todo o Paraná, os servidores organizaram protestos contra o governo. G1PR

Deputados recuam: Comissão Geral não vinga

Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015.
Situação tensa nas dependências e no entorno da ALEP
(Foto de Joka Madruga)
Pauleira na Assembléia. O líder do governo na Alep, Luiz Claudio Romanelli (PMDB), retira o requerimento de Comissão Geral, ou seja, o 'pacotaço' terá de passar pelas comissões. Os deputados não conseguem sair da Assembléia. Situação tensa no local. Policiais recebem ordem e investem contra os professores. Bombas de efeito moral e balas de borracha, são disparados. Lamentável! Alguns desses policiais sabem que parentes seus podem estar entre os manifestantes. JoYa

Baixo I BOPE

Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015.
Veículo blindado chega a Assembléia Legislativa do Paraná. Dizem que com deputados em seu interior. 

Massas de manobra

Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015.
Situação tensa e indefinida sobre o local de votação
(Foto: Crédito/Theo Marques/Equipe Folha)

Os deputados da base aliada, favoráveis ao chamado “pacote de medidas de austeridade” do governo Beto Richa estão na contra-mão dos eleitores que os conduziram até à Assembléia. Há uma inversão de conduta e valores nesta situação. Eleitos pelo povo para representá-lo, os deputados hoje representam mesmo os interesses de um governo dissociado dos anseios da população. Quem entra nos detalhes dos projetos a serem votados percebe a grande “sacanagem” que a atual administração estabelece ao funcionalismo público paranaense, com reflexos diretos e indiretos à população. Caso este “pacotaço” seja aprovado, o funcionalismo em geral promete parar. Mas, é exatamente aí que eu pergunto: Será que não é mesmo isto que o atual governo deseja? Sem os trabalhos dos funcionários públicos, áreas como saúde, segurança e educação, por exemplo, entram em colapso. A opinião pública hoje favorável aos funcionários pode então mudar e aí entram as salvadoras propostas privatistas em áreas específicas. A estratégia seria esta: Primeiro instala-se o caos, depois elege-se os culpados e em seguida apresenta-se as soluções. Os deputados e os funcionários públicos são apenas massas de manobra. São peças deste jogo de xadrez e, ao final, esperem para ver, surgirão as propostas de privatizações, principalmente nas áreas da educação, saúde, energia e saneamento. Esperem para ver. JoYa
Forçando a barra: Sob o pretexto de falta de segurança, a
votação do "pacotaço" pode acontecer fora da Assembléia
(Foto: Crédito/Fernanda Fraga/RPC)

Ainda em tempo: Não se sabe onde a reunião possa vir a acontecer. Os deputados estão temerosos e exigem segurança para votarem os projetos. Pode até ser que consigam esta pretensa segurança para votar, mas, penso que, depois, será muito difícil. Andar na rua será uma temeridade. Uma coisa é certa: Seus nomes ficarão marcados para sempre neste triste episódio que macula toda uma história do legislativo paranaense. JoYa

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Gravem o nome e a imagem deles

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
Conforme prometi, aqui estão os deputados alinhados com as propostas do governo. Esses nomes não serão esquecidos. A esperança é de que alguns deles reflitam e mudem suas decisões. Ainda dá tempo. Os que votarem a favor, podem ter certeza diminuirão em muito suas chances de reeleição. As redes sociais estão aí para ajudar que não esqueçamos um deles sequer. JoYa


Tratamento desumano à PM-PR, na Assembléia

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
Vejam como o governo Beto Richa trata os nossos valentes e destemidos policiais militares. É uma palhaçada atrás da outra. O descaso é incrível. Solta aos olhos. Nunca, em momento algum eu vi um governo tão fraco como este. É descaso atrás de descaso. Li esta reportagem do Paranaonline e confesso que fiquei revoltado com o tratamento que o governo tem dado a quem sai de casa com a missão sagrada de proteger a vida e a segurança dos cidadãos. Fazer com que eles partam para cima dos próprios irmãos será o fim. JoYa
Eles receberiam apenas pão e frutas após 11 horas de trabalho
PARANA-ONLINE.COM.BR

O tiro no pé

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
Situação deliciada: Com a notificação, a PM é obrigada a
cumprir a ordem do comando sob pena de insubordinação
Um oficial de Justiça notificou o comando da greve geral sobre a “reintegração de posse” do prédio da Assembleia Legislativa do Paraná. O Blog do Esmael informa que "no local a situação é bastante tensa, pois a cavalaria da PM, autorizada por Richa, aguarda instruções para a desocupação da Assembleia".
Não gostaria de estar na pele desses policiais militares. Com toda a certeza eles sabem mais do que nunca que sua categoria também está sendo achacada e vai ser diretamente prejudicada com as medidas que os deputados estão para aprovar. Sabem também que muitos policiais militares tem parentes (irmãos, pais, mães, tios e primos) nesta manifestação. Porém, sabem que caso não cumpram com a determinação do governador poderão ser considerados insubordinados e caso cumpram estarão dando um tiro no próprio pé. JoYa

Sem parecer técnico não!

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
Parlamentares da oposição não estão parados, felizmente. Eles protocolaram na tarde desta quarta-feira no TJ, um mandado de segurança contra a manobra situacionista denominada Comissão Geral que elimina a necessária discussão específica de cada projeto, dependendo das áreas abrangentes. O Pacotaço, se levado a efeito através de uma Comissão Geral não considera o parecer técnico e diante deste fato merece uma intervenção do Judiciário, sim! JoYa
stas Eneida Desiree Eneida Desiree Salgado, Paulo Ricardo Schier e Estefânia Barboza e pelo advogado Rogério Bueno, e assinaram vários deputados do PT, PMDB, PDT, entre outros

Ministro Cid Gomes, da Educação, recebe a deputada Christiane Yared, em Brasilia

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
Deputada Federal Christiane Yared participa do encontro
com o Ministro da Educação, nesta terça, 10, em Brasília
Buscar recursos específicos para seu Estado de origem. Esta é uma das funções da representatividade de um parlamentar. O sistema federativo exige isso para que enfim, os investimentos sejam agilizados no atendimento das necessidades de cada Estado membro. Na Explanada dos Ministérios, em Brasília, o Ministro da Educação, Cid Gomes, recebeu um grupo de parlamentares paranaenses nesta terça-feira, dia 10. Entre os parlamentares, a deputada federal Christiane Yared. São encontros fundamentais neste início de atividades em Brasília, para que os recursos federais atendam às necessidades do Paraná. JoYa

Por que devemos lutar contra o ato injusto

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
"A luta contra o ato injusto à sociedade é um direito e
ao mesmo tempo uma obrigação da cidadania"
JoYa
Já escrevi aqui que a pior tragédia social não é a injustiça contra o povo. Ela é horrível, mas não se compara ao silencio daqueles que se sentem injustiçados. Daqueles que silenciam diante da injustiça. O que parte do funcionalismo público faz hoje aqui em Curitiba, com certeza, representa o anseio de milhares por este Paraná afora. Os funcionários públicos são a personificação da mão do Estado no auxílio ao cidadão. Se é obrigação do Estado realizar esta assistência ao seu cidadão, dupla é a obrigação do gestor público em viabilizar a que esta mão do Estado (funcionários públicos) esteja fortalecida e motivada o suficiente para o cumprimento desta obrigação institucional. Daí esta causa não ser só do funcionalismo público, mas sim de toda a população. Estamos no mesmo barco e se este afundar, afundamos todos juntos. A luta contra o ato injusto deve ser pontual, sob o risco de, se consagrado, originar o surgimento de outros. JoYa

O fim da picada

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
A sessão desta tarde foi em uma sala anexa da Assembléia
Já conheci muita gente teimosa e cara de pau, mas esta foto extrapolou tudo que entendo por desrespeito àquilo que o povo deseja. Aos eleitores que os elegeram. Quem esses parlamentares pensam que são? O povo ocupa o plenário da Assembléia totalmente contrário àquilo que eles estavam fazendo e demonstra seu protesto, seu descontentamento. A primeira reação é escapar. Quem não deve, não deveria temer, vocês não acham? Aí decidem se reunir, com a ausência dos deputados que não concordam com a manobra, em outro local da Assembléia e continuam a agir como se nada tivesse acontecendo. Eles são representantes do povo ou de quem? Não é possível que não tenham o mínimo de respeito à opinião pública que está totalmente contraria ao que estão pretendendo votar. Olhem para esta foto logo abaixo (ela foi tirada hoje durante uma reunião na sala que abrigava o ex-restaurante da Assembléia) e se indignem assim como eu. Sem dúvida, é o fim da picada! JoYa


Separar o joio do trigo

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.
Este episódio que acontece na Assembléia Legislativa do Paraná deve definitivamente escancarar à população quem é quem, quando o assunto é a defesa de seu interesse. Quando empossado e ao receber as benesses do cargo, alguns que nunca viram tanto dinheiro assim, a princípio, e outros já acostumados com a mordomia, acabam por esquecer que nada 
mais são do que serviçais do povo. Da população. Dos eleitores que os elegeram. Este esquecimento faz com que se sintam numa redoma, protegidos por uma sensação de poder. Poder que na realidade é passageiro. Passados apenas três anos, o fantasma da destituição deste poder assola a todos. Aí, voltam a se revestir da
hipócrita e dissimulada postura de defensores do povo e com toda humildade aparecem na televisão ou em seus redutos eleitorais apertando as mãos, beijando as criancinhas e abraçando até manequim. Esse tipo de político se assemelha ao joio no meio do trigo. A população paranaense precisa ser informada. Aquela incauta que, por desconhecimento, acaba sempre reconduzindo essa turma ao poder. Nada melhor do que este episódio para marcar a figura de cada um desses deputados que, alinhados ao governo Richa investem contra os interesses do funcionalismo público e há algum tempo, contra os próprios interesses da população em geral. Há que separar o joio do trigo e o momento é este! JoYa

Os professores não invadiram a Assembléia

Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015.

"Ninguém invade sua casa. Os professores nada mais fizeram 
do que ocupar um lugar que, como cidadãos paranaenses, é
seu de direito" JoYa
A imprensa e os deputados têm declarado equivocadamente que os professores "invadiram" a Assembléia Legislativa do Paraná. Ora, lá não é a Casa do Povo? Professor é povo. Então, eles entraram na Casa que também lhes pertence. Os deputados nada mais são do que empregados desse povo. E o que comumente acontece quando o empregado, ao defender o interesse do diretor, se coloca contra o patrão? Despede-se os dois. É o que deveria acontecer neste e em muitos outros casos, quando a autoridade instituída pela escolha popular se coloca contra os interesses daqueles que a escolheram. Portanto, que fique claro que os professores não invadiram a Alep. Ninguém invade sua casa. Apenas ocupa o que lhe é de direito, principalmente quando se sente prejudicada pela atuação covarde e despótica de seus serviçais. JoYa

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Conheça quem é quem no polêmico "pacotaço"

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015.
Sessão de votação do "pacotaço" é suspensa. Manifestantes invadiram o plenário após os deputados aprovarem a formação de uma comissão geral para debater o tema. A comissão foi aprovada por 34 votos a 19, e é um indicativo de que os deputados pretendem aprovar a proposta do governador Beto Richa (PSDB). Este episódio levou à invasão do plenário. Em consequência, a votação do "pacotaço" de medidas de austeridade do governo estadual foi interrompida ainda na tarde desta terça-feira (10). Os manifestantes dizem que só deixam o local quando o governo retirar o projeto e devem passar à noite na Assembleia. (Via Gazeta do Povo)
Clique na foto e conheça o nome dos que podem votar a favor do “pacotaço” do governo Beto Richa. 
‘Placar da Vergonha': Veja como votaram os deputados no fracassado pacotaço de Richa
(Clique no link abaixo)

Deputados: Aliados, mas traíras

Terça-feira, 10 de fevereiro de 2015.

                                                                                                                             Crédito/Jota Madruga
Milhares de manifestantes vindos de todo o Paraná pressionam os deputados 
para reverem suas posições. A situação é tensa no meio do funcionalismo  
Não há como imaginar um cidadão que tenha o mínimo de consciência política aprovar este pacote de medidas enviado pelo governo Richa à Assembléia Legislativa do Paraná. Tenho visto a manifestação dos professores, mas a indignação é de toda a sociedade. Dos eleitores que deram através do voto a procuração para que seus escolhidos os representassem na Assembléia do Povo. A atividade política tem por costume formar blocos de representatividade interna para se fazer ouvir e se fazer forte diante do próprio sistema legislativo. Por outro lado, o Executivo precisa de uma maioria de deputados para garantir o que se chama de "governabilidade". Então, além dos tradicionais deputados de sua coalizão, há aqueles que se deixam "seduzir" pelas propostas de emendas para atendimento de interesses de seus redutos eleitorais. A estratégia do executivo é atrair o maior número de deputados possível em nome da mencionada governabilidade. Isto é, projetos enviados pelo executivo passam a ter livre trâmite, caso a maioria, como acontece hoje na ALEP-PR, apoie o Executivo. Este apoio não custa barato, mas para o Executivo é uma questão de vida ou morte. O que vemos hoje no Paraná acontece há muito tempo. Os deputados estaduais acabam se deixando seduzir pelas propostas do Executivo e formam o tradicional "bloco do governo". Este pacote de medidas visando a contenção de gastos é polêmico e atinge segmentos sensíveis do funcionalismo público. Depois de garantir polpudos aumentos aos escalões de primeira linha, indo na contra-mão daquilo que propõe nos projetos enviados à Assembléia, o governo perde o crédito e revolta a todos, funcionalismo e população em geral. Penso que é chegada a hora de o nome dos deputados alinhados com esta"vergonha" serem expostos. Eles não devem e não podem passar isentos diante de tamanha traição aos seus eleitores em geral. Não encontro outro nome: é crime de responsabilidade, sim! Vou me utilizar deste espaço e o do meu Blog para nomear cada um que votar à favor deste pacote de medidas enviado pelo Executivo à Assembléia. Aprová-lo é um acinte perante os milhões de eleitores que depositaram neles a responsabilidade da representatividade de seus interesses e não a dos interesses de um governo incompetente e dissociado de sua real função que é a de servir à população que nele confiou. JoYa

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