Imparcialidade

"A cada sonho que você deixa para trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir". Steve Jobs

sábado, 25 de agosto de 2012

Os três últimos desejos de Alexandre, o Grande

Sábado, 25 de agosto de 2012.

Comenta-se que quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1 - Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas) e

3 - Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

* Creio que não é preciso escrever mais nada. Pode até não ter sido  Alexandre, o lendário conquistador a ter proferido essas palavras, mas certamente quem deixou essa mensagem disse tudo.

Quando a voz do povo não é a de Deus

Sábado, 25 de agosto de 2012.
 
Embora em outro estado, acompanho pela internet os acontecimentos de Curitiba e do Paraná. Quanto as últimas pesquisas para as eleições de 7 de outubro próximo em Curitiba e Londrina cheguei a conclusão de que a máxima consagrada há muito, segundo a qual "a voz do povo é a voz de Deus", não se aplica neste caso. A democracia consagra o respeito à decisão soberana do povo, mas sem a menor dúvida as escolhas em ambos os casos demonstram o equívoco que se repete a cada eleição na hora de escolher o real e verdadeiro representante para cuidar da "coisa pública". E segue o baile...

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Refletindo Einstein

Quinta-feira, 23 de agosto de 2012.
  
Penso que a felicidade é um estado de espírito. Portanto depende de cada pessoa a forma como este sentimento possa acontecer. Tem gente que para ser feliz não precisa muita coisa. Há outros que esperam o impossível. O fato que para ser feliz verdadeiramente é preciso acreditar na felicidade não apenas como meta, como enfatiza Einstein, mas como um sentimento que emerge conforme entendamos a natureza de nossa existência: de onde viemos, onde estamos e para onde vamos. Não dar passos maiores do que nossa perna permite, nem tampouco querer abraçar o mundo com o braço dos outros. Está certo Einstein quando diz que nem coisas ou pessoas nos garantirão felicidade. A compreensão de que não há caminho para a felicidade que não passe pela fé na doutrina deixada por Jesus Cristo é fundamental para cada um de nós. Mais do que conhecer é preciso praticar no dia a dia o conteúdo desta doutrina. A partir daí, como enfatizava Gandhi, a felicidade passa a ser o caminho.

Desejo o suficiente para você


Quinta-feira, 23 de agosto de 2012.

Há pouco tempo, estava no aeroporto e vi mãe e filha se despedindo. Anunciaram a partida, elas se abraçaram e a mãe disse:

- Eu te amo. Desejo o suficiente para você.

A filha respondeu:

- Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo de que sempre precisei. Eu também desejo o suficiente para você.

Elas se beijaram e a filha partiu.

A mãe passou por mim e se encostou na parede.

Pude ver que ela queria, e precisava, chorar. Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela se dirigiu a mim, perguntando:

- Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?

- Já - respondi. - Me desculpe pela pergunta, mas por que foi um adeus para sempre?

- Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente e a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.

- Quando estavam se despedindo, ouvi a senhora dizer: "Desejo o suficiente para você". Posso saber o que isso significa?

Ela começou a sorrir.

- É um desejo que tem sido passado de geração para geração em minha família.

Meus pais costumavam dizer isso para todo mundo.

Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse tentando se lembrar em detalhes e sorriu mais ainda.

- Quando dissemos "Desejo o suficiente para você", estávamos desejando uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas.

Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:

- Desejo a você sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.

- Desejo a você chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol.

- Desejo a você felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.

- Desejo a você dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.

- Desejo a você que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.

- Desejo a você perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.

- Desejo a você "alôs" em número suficiente para que chegue ao adeus final.

Ela começou então a soluçar e se afastou.

Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa
especial, uma hora para apreciá-la, um dia para amá-la, mas
uma vida inteira para esquecê-la.

A estratégia pelo poder

Quinta-feira, 23 de agosto de 2012.
 Dos candidatos mais conhecidos, não sou o preferido. Ruim de voto. Mal de retórica. Péssimo de dicção. Quer dizer, a princípio minhas condições de persuadir o eleitor a votar em mim não são nada favoráveis. Mas desejo ser reeleito. Gostei do poder e represento o poder, afinal tenho uma instância superior a me favorecer, além da máquina que conduzo ser o maior orçamento da facção que habito.
 

O que fazer?
Crio condições para que os dois favoritos pela pesquisa se digladiem. Um come o outro e enfraquecem seu potencial e, em consequência melhoram o meu. Invisto ao máximo na militância dos bairros, afinal tenho o poder e líderes comunitários sonham com o poder ao seu lado para receber melhorias em suas bases e assim, tentar uma candidatura à vereança. Imponho um regime de terror junto ao funcionalismo mais humilde. Caso não seja eleito, todos poderão perder seu emprego. Limpadores urbanos e “tirivas estarenas" serão chamados à responsabilidade. Querem se manter no emprego? Elejam-me, se não vai todo mundo pra rua. Gasto o que posso e o que não posso na propaganda eleitoral. Uso ao máximo do cargo para o recebimento de favores interesseiros de empresários mancomunados. Assim, tenho uma chance de ir ao segundo turno. Aí a coisa muda. As chances aumentam. Ataques pontuais e estratégicos para o adversário que me restou. Ah, sim, registro minhas propostas em cartório, afinal o jogo de cena deu certo com meu apoiador máximo e a falácia de sempre ganha a mídia. Jogo tudo na "fiel" militância e encho as ruas da cidade com bandeiras e flâmulas. Vou às esquinas das ruas mais movimentadas e planto minha estratégia de abraçar o povão. Acompanhado sempre de meu apoiador em potencial. São estratégias que já estão sendo usadas e que certamente me reconduzirão ao poder para a alegria do grupo que me apoia, pois continuará a se beneficiar de um orçamento que vale a pena todo esse investimento em minha nobre pessoa. E salve a democracia!


 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Não teve jeito


Quarta-feira, 22 de agosto de 2012.
Um dia, no escritório de advocacia, um homem reparou que o seu colega, muito conservador, estava usando um brinco bem discreto.
> - Não sabia que você gostava desse tipo de coisas - comentou.
> - Não é nada de especial, é só um brinco - replicou o colega.
> - Há quanto tempo você o usa?
> - Desde que a minha mulher o encontrou no meu carro na semana passada e eu disse que era meu!

Comprometimento full time

Quarta-feira, 22 de agosto de 2012.
Costuma-se usar esta expressão em inglês quando se define uma pessoa que se doa por inteiro a uma causa, a um trabalho, a um projeto, enfim à realização de algo que dela muito se espera. Mas é preciso muito cuidado com esse tipo de tempo doado em demasia. É interessante à primeira vista, porém as causas em minha opinião não justificam os meios. O único comprometimento “full time” que entendo válido é com a vida. A multifuncionalidade que é cobrada e desejada hoje no ambiente corporativo e organizacional para mim não passa de pura exploração de algo que a pessoa tem de mais sagrado: o tempo de sua vida. Este deve ser sim, bem dividido para que não se deixe de lado o lazer e a convivência com as pessoas a quem ama. Em resumo: “Cuidado para que suas conquistas profissionais não façam sucumbir as pessoais, das quais a vida deve estar em primeiro lugar!” Jorge Yared

 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Leia nesta quarta, na Tribuna do Paraná


Terça-feira, 21 de agosto de 2012.
Ladrão de carro invade casa, veste pijama do dono pra despistar a polícia, mas vai em cana;

Homem baleado várias vezes dirige um quilômetro até pedir socorro e se salva;
Na Tribuna desta quarta, a segunda parte da história do bancário que matou e queimou a esposa na churrasqueira;
Coritiba precisa vencer o Grêmio com dois gols de diferença pra seguir em frente na Copa Sul-Americana;
Desfecho do caso do homem que mantém filha de oito anos como refém em Campina Grande do Sul (RMC); esposa conseguiu escapar.

Sangue de Brimo

Terça-feira, 21 de agosto de 2012.

Salim, de sangue raríssimo, doou ½ litro do seu sangue a um milionário muito doente.
Para retribuir o gesto, o milionário deu-lhe uma BMW "0 km."
Dias depois, o milionário precisou de mais sangue. Avisou ao Salim, que super-depressa foi ao hospital.
Seria preciso mais 1 litro.
E Salim falou:
- Se guiser, bode dirar logo 3 litros.
Assim foi feito.
No dia seguinte o atencioso "brimo" recebe uma caixa do milionário contendo 3 esfihas.
Ficou indignado! Foi cobrar do milionário uma explicação.
- Ora, da brimeira vez, doei ½ litro e ganhei um BMW. Na sebunda vez, 3 litros e só ganhei 3 esfihas. Bor que?
O milionário explicou:
- Você esqueceu que agora tenho sangue de "brimo"?
- Buda gue Bariu !!!


Mais uma da brimo Salim

Salim, já muito rico, chega ao banco e fala com o gerente:
- Eu quer uma empréstimo!
O gerente, surpreso, pergunta:
- Você, Salim, querer um empréstimo? De quanto?
- Uma real.
- Um real? Ah, isso eu mesmo te dou. . .
- Não, não. . . Eu quer emprestado da banco! Pago mês que vem!
- Bem, são 12% de juros, para 30 dias. . .
- Tudo bem, pagarei uma real e doze zentavos. . . Onde assina?
- Um momento, Salim. O banco vai querer uma garantia, são normas. . .
- Pega minha Mercedes zerinha, que tá aí fora, e deixa na garagem da banco, até eu pagar a embréstimo!
- Fechado.
Salim foi para casa e disse para a esposa:

- Pronto querida, já bodemos viajar. Consegui deixar carro em um garagem bor 30 dias, com guardas armados, e eu pago uma real e doze centavos quando voltar. . .

Obra Pública


Terça-feira, 21 de agosto de 2012.
O mínimo que espero de um candidato a cargo executivo (prefeito, governador e presidente) é ter noção do que seja obra pública. Fala-se muito nas campanhas em obras daqui, obras dali. Propostas é que não faltam. Têm alguns que com a maior cara de pau do mundo registram as propostas em cartório tentando com isso dar "credibilidade" à falácia de sempre. Podem ter certeza, se alguém perguntar em um debate o que é obra pública, ou quais os critérios que se deve atender para a execução de uma obra, poucos arriscarão a uma resposta efetiva. É preciso que uma pessoa que entre em uma disputa para esses honrosos e importantes cargos dentro da democracia passe por uma preparação intelectual sobre gestão pública. Só então seu nome seria referendado pelo partido para sair candidato. O povo não pode ficar à mercê de pessoas despreparadas quanto à gestão de seus recursos. Políticos bons de papo existem aos montes, mas verdadeiramente competentes e bem intencionados são raros. Meu querido Luiz Dernizo Caron, correto secretário de obras do governo Requião ensinava no programa Pra Seu Governo que uma obra pública deve atender a três critérios fundamentais: monumentalidade, praticidade e economicidade. Acrescento mais um: acessibilidade. Anotem aí, senhores candidatos.

Foto: Museu Oscar Niemeyer, exemplo de obra que atende ao critério de monumentalidade

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Milagre no Bilhorrilho: pedreiro cai doze andares de edifício em construção e sai quase ileso

Segunda-feira, 20 de agosto de 2012.
Tempo de milagres. Depois do caso do vergalhão de ferro, agora foi a vez do operário Everson do Espírito Santo em Curitiba. Ele caiu nada menos do que 16 andares de obra em construção no bairro Bigorrilho, em Curitiba e saiu praticamente ileso, sem fratura alguma. Explicação não há. Talvez sorte. Mas, na verdade um autêntico milagre.

A notícia

Pedreiro “Espírito Santo” cai doze andares e não sofre fratura alguma
(Foto de Aliocha Maurício-Paraná Online)
Luiz Henrique de Oliveira
Um pedreiro de 30 anos sofreu uma queda de 36 metros em uma obra na rua Euclides da Cunha, no bairro Bigorrilho, em Curitiba, na manhã desta segunda-feira (20), e como em um milagre não sofreu nenhuma fratura. “Quando chegamos o rapaz estava já no térreo do prédio em construção, apenas com escoriações pelo corpo, o que até nos assustou”, descreveu o cabo Neves, do Siate, que atendeu a ocorrência. Cabo Neves encaminhou, por meio da ambulância do Siate, Everson do Espírito Santo ao Hospital Evangélico. “A queda foi de 12 andares. Espírito Santo trabalhava no 20° andar e só foi parar no 8°. Na queda, destruiu os andares abaixo, até parar”, iniciou o cabo. Isso, de acordo com Neves, evitou o pior. “A queda foi sendo amortecida e evitou que ele sofresse fraturas. Apesar disso, está em observação no hospital devido à desaceleração sofrida pelo corpo”, complementou. Talvez a única explicação para a situação, seja o sobrenome do pedreiro. “Everson Espírito Santo, é verdade, talvez seja isso. Podemos considerar um milagre”, destacou o cabo. Engenheiros da Prefeitura de Curitiba foram até a obra para fazer a perícia do caso. Segundo testemunhas, Espírito Santo não usava equipamentos de segurança quando sofreu a queda.  (Banda B)


Feliz, em Lages

Segunda-feira, 20 de agosto de 2012.
O filho que à cidade retorna. Quero compartilhar com meus amigos a felicidade que tenho sentido nas últimas semanas por estar em minha terra natal. Embora nascido aqui (Maternidade Tereza Ramos), saí muito cedo. Durante minha infância e adolescência passava somente as férias de inverno (julho) e verão (janeiro) por aqui. Meu saudoso avô, Mario Sousa, tinha na época três cinemas, Marajoara, Tamoio e Avenida. Não precisa nem dizer que ficava a maior parte do tempo assistindo aos filmes “permitidos” e ajudando na logística de operação dos cinemas, notadamente o Marajoara, meu preferido. Aliás, hoje o Marajoara não é mais cinema. Foi transformado em Teatro. Nesses dias tenho passeado e lembrado daquele tempo. As pessoas são o diferencial dessa cidade. Gentis, simpáticas, amigáveis e prontas para uma boa conversa. Os veículos respeitam a faixa de pedestres, as pessoas estão sempre prontas para dar todas as informações que o visitante necessita e têm uma boa vontade que nos deixa sempre tranquilos quanto à interação. E que comida gostosa, gente! Profissionalmente estou a trabalho, engajado como âncora da campanha de rádio e televisão do candidato Elizeu Mattos à prefeitura da cidade. Sábado, dia 18 aconteceu o lançamento oficial desta campanha. Na oportunidade, junto com a colega Simone Moraes (foto) fizemos a apresentação do evento que levou ao Centro Serra em torno de três mil pessoas. Foi um momento único que certamente ficará marcado em minhas boas lembranças. A de estar verdadeiramente feliz na minha querida Lages.

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Simone Moraes e Jorge Yared fazem a apresentação do lançamento da campanha de Elizeu Mattos à Prefeitura do Município de Lages, Santa Catarina. Passaram pelo Centro Serra, local do evento, cerca de três mil pessoas

Empresário curitibano é morto por assaltantes em Barretos, interior de São Paulo

Segunda-feira, 20 de agosto de 2012.
A notícia choca pela violência despropositada e pela idade de quem a praticou. Três jovens, de 16, 17 e 21 anos assassinaram, após assaltarem, um empresário de Curitiba, de 41 anos, que estava a negócios em Barretos no interior de São Paulo. Ele havia saído do hotel para comprar comida. Já era noite. Ao esboçar reação, segundo versão dos meliantes, o curitibano foi brutalmente espancado e morto a pauladas. Após, seu corpo foi jogado em um rio daquela cidade, amarrado a uma pedra para permanecer submerso. Ao confessarem o crime à polícia os três se declararam viciados e que estavam sob efeito de droga quando da ação. Um ato violento e despropositado que choca a todos. Uma sociedade à mercê do flagelo da droga que além da dependência química leva a pessoa a um caminho praticamente sem volta. E o pior, muitas vezes acaba por levar junto pessoas inocentes, vítimas também deste que é um dos piores desafios que a sociedade precisa enfrentar: o tráfico de drogas.
A notícia

Empresário curitibano é morto por assaltantes em Barretos, interior de São Paulo
O corpo de um empresário de Curitiba foi encontrado amarrado a uma pedra, submerso no rio Cachoeirinha, em Olímpia (438 km de São Paulo), na madrugada deste domingo (19). O empresário Antônio Sérgio Ribeiro Villa, 41, estava hospedado na cidade para fazer negócios durante a Festa do Peão de Boiadeiro, de Barretos. De acordo com a Polícia Civil, os policiais chegaram ao local após encontrarem três rapazes que confessaram ter agredido o empresário a pauladas e, posteriormente jogado o corpo no curso d'água. Ainda conforme a polícia, os autores do crime disseram que estavam sob efeito de drogas e que a vítima teria se exaltado durante um assalto. Os três, de 16, 17 e 21 anos foram ouvidos na tarde deste domingo na delegacia local. O corpo do empresário foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) de Barretos. Villa estava hospedado na cidade com um grupo de amigos, com o qual também havia participado do rodeio de Jaguariúna, neste mês. Na madrugada de sábado, após o grupo chegar de Barretos, o empresário saiu para comprar comida e não retornou. A Delegacia de Olímpia investiga o caso. (Banda B)


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