quinta-feira, 28 de julho de 2016

Defesa de Dilma chega à relatoria do impeachment no Senado

Quinta-feira, 28 de julho de 2016.

Defesa da presidente afastada Dilma Roussef entrega as
alegações finais à relatoria do processo de impeachment,
no Senado
O advogado de Dilma Rousseff, ex-ministro José Eduardo Cardozo, entregou hoje à comissão especial que analisa o impeachment da presidente no Senado, as alegações finais da defesa nesta fase intermediária do processo. Agora, abre-se o prazo para elaboração do parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG). O parecer deverá ser concluído na próxima segunda-feira (1º) e lido ao colegiado na terça-feira (2),  e nele a decisão se Dilma deve ou não ir a julgamento final. No documento entregue pela defesa, os advogados de Dilma voltam a dizer que ela não cometeu crime de responsabilidade ao praticar as “pedaladas fiscais” (atraso de pagamentos da União para bancos públicos nos subsídios concedidos a produtores rurais por meio do Plano Safra) e ao editar decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional. A defesa de Dilma incluiu, nas alegações finais, o pedido do Ministério Público do Distrito Federal para que a Justiça Federal arquive uma investigação aberta para apurar se houve crime em operações de crédito feitas por autoridades do governo da presidente Dilma Rousseff nas chamadas "pedaladas fiscais". Para o procurador da República Ivan Cláudio Marx, os atrasos de pagamentos não configuraram crime por não se tratarem de operações de crédito. A defesa insiste que, no caso das “pedaladas”, não há ato de Dilma e nem ilícito e que os atrasos no pagamento de subvenções agrícolas não configura empréstimo. JoYa

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